


Li indignado a revista “SUPERINTERESSANTE”, edição 255-A, que trata dos “GRANDES MISTÉRIOS DA ARQUEOLOGIA”.
Embora a revista da Editora Abril, aparentemente, retrate temas ainda hoje inquietantes, como os faraós egípcios e suas tumbas e as civilizações Maia e Inca, por exemplo, peca com extrema ignorância ao omitir o SÍTIO ARQUEOLÓGICO DO VALE DAS PERDIDAS” em Jaciara, Mato Grosso. quando discorre sobre a presença humana nas Américas e no Brasil, entre as páginas 36 a 41.
Nessa matéria dá-se grande destaque ao Sítio do Parque Nacional da Serra das Capivaras, no Piauí, e, ao citar a “arte rupestre”, destaca novamente essa Serra, adicionando os sítios da Ilha do Campeche, em Santa Catarina, e o da Pedra do Ingá, na Paraíba, relevando as suas importâncias, consistentes em “um conjunto com 167 símbolos gravados” do primeiro, e o segundo em “um paredão de 20 metros de comprimento por 3 metros de altura com inscrições”
Traz ainda uma imagem de página e meia das inscrições rupestres da Serra da Capivara para ilustrar o artigo.
Ora, ora, o SÍTIO ARQUEOLÓGICO DO VALE DAS PERDIDAS em Jaciara-MT, possui pinturas com idênticas características e similitude inscritos em seus imensos paredões rochosos, e em tanta quantidade, que podem fazer as “magnitudes” da Ilha do Campeche” e da Pedra do Ingá” reduzirem-se ao nanismo.
A “deslembrança” da revista ao omitir esse fabuloso sítio mato grossense é grave erro científico e jornalístico.
As fotografias que tiramos em 1992, das quais postamos algumas, dão uma humilde demonstração do que falamos.
Talvez a omissão da SUPERINTERESSANTE seja escusável, em razão do descaso e abandono que esse Patrimônio da Nação Brasileira vem sendo submetido ao longo dos anos pelas autoridades públicas, particularmente pelo IPHAN, que tem a competência e responsabilidade institucional de geri-lo.
Não temos conhecimento de qualquer ato desse instituto, por mais pífio que seja, no sentido de efetivar pesquisa científica no sítio ou de tomar qualquer providência para preservá-lo.
Aliás, não temos conhecimento de qualquer gesto desse órgão em relação a qualquer coisa neste Estado de Mato Grosso.
Enquanto isso, SÍTIO ARQUEOLÓGICO DO VALE DAS PERDIDAS queda-se no esquecimento.
Cuiabá, 14 de setembro de 2008
Embora a revista da Editora Abril, aparentemente, retrate temas ainda hoje inquietantes, como os faraós egípcios e suas tumbas e as civilizações Maia e Inca, por exemplo, peca com extrema ignorância ao omitir o SÍTIO ARQUEOLÓGICO DO VALE DAS PERDIDAS” em Jaciara, Mato Grosso. quando discorre sobre a presença humana nas Américas e no Brasil, entre as páginas 36 a 41.
Nessa matéria dá-se grande destaque ao Sítio do Parque Nacional da Serra das Capivaras, no Piauí, e, ao citar a “arte rupestre”, destaca novamente essa Serra, adicionando os sítios da Ilha do Campeche, em Santa Catarina, e o da Pedra do Ingá, na Paraíba, relevando as suas importâncias, consistentes em “um conjunto com 167 símbolos gravados” do primeiro, e o segundo em “um paredão de 20 metros de comprimento por 3 metros de altura com inscrições”
Traz ainda uma imagem de página e meia das inscrições rupestres da Serra da Capivara para ilustrar o artigo.
Ora, ora, o SÍTIO ARQUEOLÓGICO DO VALE DAS PERDIDAS em Jaciara-MT, possui pinturas com idênticas características e similitude inscritos em seus imensos paredões rochosos, e em tanta quantidade, que podem fazer as “magnitudes” da Ilha do Campeche” e da Pedra do Ingá” reduzirem-se ao nanismo.
A “deslembrança” da revista ao omitir esse fabuloso sítio mato grossense é grave erro científico e jornalístico.
As fotografias que tiramos em 1992, das quais postamos algumas, dão uma humilde demonstração do que falamos.
Talvez a omissão da SUPERINTERESSANTE seja escusável, em razão do descaso e abandono que esse Patrimônio da Nação Brasileira vem sendo submetido ao longo dos anos pelas autoridades públicas, particularmente pelo IPHAN, que tem a competência e responsabilidade institucional de geri-lo.
Não temos conhecimento de qualquer ato desse instituto, por mais pífio que seja, no sentido de efetivar pesquisa científica no sítio ou de tomar qualquer providência para preservá-lo.
Aliás, não temos conhecimento de qualquer gesto desse órgão em relação a qualquer coisa neste Estado de Mato Grosso.
Enquanto isso, SÍTIO ARQUEOLÓGICO DO VALE DAS PERDIDAS queda-se no esquecimento.
Cuiabá, 14 de setembro de 2008